Mitos e verdades do Terceiro ano!

HEY!

Eu sempre imaginei o terceiro ano como “o ano” do colégio, aquele que tudo seria meio High School Musical entende? Não existiria turma acima de nós, e de certa maneira, seríamos os maiorais! Eu saberia de todos os conteúdos e sim, dominaria todos eles. Gabaritar os testes *fingindo costume* seria algo rotineiro, afinal, uma boa vestibulanda é assim né? A carga horária seria pesadíssima, temendo até levar o colchão e travesseiro alguns dias. Os professores tornariam-se nossos melhores amigos, porque bem, eu pensava que o terceirão teria uma boa moralzinha com eles…

O ano está acabando e agora me dei conta  que não houve muita diferença das séries anteriores, e para sua infelicidade, as coisas não correram segundo os planos acima.  Na verdade, as mesmas adversidades, cansaços e reclamações como qualquer  série, ainda ocorrem todos os dias –  e os professores ? Alguns serão seus brothers, outros só vão te lembrar sempre que puderem que você precisa estudar! haha

O que ninguém fala para você, e que por meio deste post queria deixar bem claro é :   o que torna o último ano diferente, não são essas idealizações, mas sim, porque ele é o último ano do colégio. 

Sabe, não terá mais “próximo ano a gente se vê” ou “mesma turma ano que viu?”, a  verdade é que a maioria das pessoas que estudaram contigo todos esses anos não farão mais parte do seu convívio daqui pra frente, e sim, pode soar muito pessimista, mas a verdade é que cada um seguirá o seu caminho, e muitas das vezes, estes não coincidem. Aquele menino do fundo da sala, pois é, você não vai mais lembrar o nome dele ou daquela colega de quem você  sempre pedia quase que toda manhã a tesoura.

Aos poucos, restarão na sua memória aquilo e aqueles que realmente lhe marcaram de alguma maneira especial – seja isso ruim ou bom. Quando você menos esperar, no supermercado na seção de frios comprando iogurte sem lactose, vai dar de cara com aquele seu amigo do intervalo com quem você conversava sobre tudo, e que quando se encontrarem, ficarão se perguntando porque não se falam mais…

A vida vai dar diversas voltas, e aqueles amigos que durarem, falam-me que a gente leva para a vida toda. Bem, eu ainda não terminei o ensino médio, e muitas ideias já foram desconstruídas como puderam ver, mas do fundo do meu coração, espero que esta última seja verdade. Desejo guardar no meu coração cada um que fez deste ano, um ano melhor na minha vida. Aqueles que deixaram minhas manhãs alegres  e que quando para baixo, buscaram-me para um patamar acima. Quero ter na lembrança todos que estiveram comigo nesta caminhada.

Ahhh, sobre aquilo de ser uma “boa vestibulanda” do início, vou deixar para um post a parte explicar e dividir com vocês como está sendo esta emocionante rotina e estilo de vida temporário na minha vida, mas resumidamente aqui queria deixar claro que não temam o vestibular ou nosso parça ENEM, eles são parte inevitável e essencial de tudo isso, são eles as portas e janelas para o início de um belo ciclo que se inicia logo após o fim deste. Por isso, aproveitem ao máximo cada etapa, ela é única e não volta para replay.

Beijos floridos, e até o próximo!

Karen Letícia

 

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Autodefinição de cor, como proceder? – Comentário ao vídeo da Jout Jout.

HEY GALEROUS!

Quem me acompanha no instagram viu que postei mais cedo no stories uma sugestão de vídeo no Youtube. Acontece que o que seria apenas uma mera dica de entretenimento, passou a ser uma reflexão e resultou neste post. Espero que gostem dos questionamentos levantados, e se alguém tiver algo para acrescentar ou corrigir, deixe nos comentários que lá a gente troca uma ideia bem bacana sobre esse tema super interessante!


Originalmente, formado a partir da miscigenação de raças e etnias durante todo o período de ocupação e posteriormente domínio português, o povo brasileiro é indiscutivelmente uma grande mistura cultural. Tanto é plausível, que o próprio Gilberto Freyre  chegou a defender através de sua teoria da “Democracia Racial” a não existência de discriminação, apoiado na afirmação anterior.

Ademais, a união étnica se faz mais notória quando se observa as expressões fenotípicas dos brasileiros, as quais, carregam em si status e poder que as confere desde os tempos coloniais posições sociais de destaque ou exclusão. Nesse sentindo, torna-se evidente o tamanho da importância da identidade racial para a manutenção de um sistema etnocêntrico no Brasil, até hoje.

Visualmente se observa a diversidade de costumes, ritos, cores, etnias, etc, presentes do dia a dia. Todavia, cada uma traz consigo significâncias diferentes, as quais a própria sociedade se encarrega de definir e difundi-las. Esta rotulação associa-se com o grau de poder que determinado grupo ou classe possui socialmente, ou seja, elevado ou baixo, depende da estratificação, que em uma reação em cadeia, resulta numa segregação, camuflada, porém extremamente nociva as camadas inferiores. Afinal, aqueles que estão no topo, tratam de sorrateiramente reprimir suas manifestações a medida que elas interfiram no sistema que os beneficiam.

Dessa forma, definir-se branco, negro ou pardo ( resumindo) não é apenas uma autodenominação sem valor. Pelo contrário, em nosso cotidiano ela se ramifica pelos demais eixos,  sejam eles social, econômico ou político. É por isso que depois de assistir ao vídeo, parei e pensei como eu mesma me via. Negra? Meu bisa, minha avó, meu pai são. Branca? Minha mãe, meu avô são. Então parda, afinal sou uma mistura de ambos. Mas veio meu dilema : sendo assim, todo brasileiro não deveria ser pardo? Baseando-se no princípio da miscigenação? Foi aí que me dei conta que o “pardo” surge do receio de assumir uma etnia pois ela pode lhe favorecer ou barrar suas oportunidades profissionais, relações sociais, metas acadêmicas, etc, ou por nunca ter parado para pensar a respeito disso, que foi o meu caso.

Enquanto o “valor da cor” estiver intrínseco na cultura brasileira como algo fundamental, que ao meu ver, só serve para aumentar o ego de alguns indivíduos a custa do sofrimento de outros, estaremos caminhando em inércia a maiores desigualdades, menos políticas públicas efetivas, assim como a falta de respeito e dignidade. Convém avaliar que só uma força maior pode alterar esse estado do corpo, sendo esta, uma força conjunta e unida dos próprios indivíduos  contra os velhos, porém que se fazem novos, valores da sociedade.

Beijos floridos,

Karen Letícia.

Que tal ser diferente? Singularidade.

HEY galerous!

Estive pensando esses dias sobre o que iria escrever por aqui, e resolvi que hoje teríamos um papo de amigo. Sabe aquela troca de experiências entre você e seus parças que te renova por completo? Faz com que percebamos o quanto “normais” nós somos. Normal no sentido de que passamos pelas mesmas coisas ( grande parte delas) e muitas vezes, reagimos de maneiras distintas, piores ou melhores a elas.

Nesse sentido, ouvir e falar sobre, é uma boa maneira de aliviar nossa mente e seguir em frente com nossas vidas, sem ficar remoendo besteirol desnecessário! Up vibes, entende?

 Estamos constantemente preocupados com a opinião dos outros sobre nós mesmos. Por que será que isso importa tanto? A grande verdade é: não importa nenhum pouquinho de nada! Seria muito mais fácil ( e feliz viu) viver sem esse peso dos olhos da sociedade sobre nós. Poder nos vestir, sorrir e se alegrar  sem sermos julgados pelas pessoas…ahhhhhh seria bonzão!

A grande sacada disso tudo é que se ligarmos o botão “i don´t care” de vez em quando, teríamos essa sensação de liberdade aflorada. Afinal, sempre dá pra desencanar um pouco dos padrões, só precisamos nos lembrar disso. Até porque, essas regrinhas são meras construções sociais que estão a mercê de alterações o tempo todo!

Assim como Durkheim pensava, o fato social é externo a nós, e não depende da minha ou da sua vontade, mas sim, de uma minoria que nem sempre ( quase nunca ) nos representa por completo.

Por essa razão,não tem lógica alguma se apegar aos esteriótipos e inibir nossos sorrisos e expressões baseados em conceitos prontos e incertos, pois como vimos, ora dizem uma coisa, outrora ditam outra. Não vale a pena nos sentimos pressionados a segui-los a todo custo. Pare! Digo, pare! Vamos simplesmente esquecer que eles existem e sermos nós mesmos.

Proponho este desafio, farei aqui, e você aí. Seremos pessoas alternativas, que buscam a felicidade em cada cantinho desse mundo, e que não ligam se fulano A ou B torceu o nariz ou fez cara feia para nós, porque se o nosso livre arbítrio não está afetando a liberdade alheia veja mais então segue em frente e vamos ser diferentes! Porque ser diferente, é o que nos torna singular.

Beijos floridos,

Karen Letícia.

 

Resenha – A garota que você deixou pra trás da Jojo Moyes

HEY galerous!

Voltando a blog depois de algum tempo…e aí, sentiram minha falta? Estive bastante ausente por aqui, eu sei. Pretendo agendar alguns posts que farei hoje e aos poucos ir postando para vocês, a fim de que o blog não fique sem conteúdo. Mas…voltando para o assunto real oficial deste post : resenha literária! AHHHH

Você que me acompanha há mais tempo, sabe que este livro esteve em um book haul ( há mil anos atrás) e sim, por incrível que pareça, eu só fui lê-lo agora. Tinha começado, desisti, e nesse mês de abril coloquei como meta iniciar  de novo e dessa vez terminá-lo. Como de costume, assim que terminados, os livros vem pra cá e ganham vida através das resenhas, e com esse, não seria diferente!

  • Título : A garota que você deixou pra trás.
  • Autor :  Jojo Moyes.
  • Editora : Intrínseca
  • Ilustrações :
  • Preço Aproximado : Uns R$ 30,00 a R$ 40,00.
  • Número de Páginas : 384 páginas.

O livro conta duas histórias que se passam em épocas distintas, mas que se entrelaçam devido a um bem material em comum : um retrato artístico, chamado “A garota que você deixou pra trás”. A primeira metade do livro acontece durante a Primeira guerra mundial, e fala a respeito da árdua e exaustiva vida da francesa Sophie L. e sua família. Devido ao conflito, seu marido é levado ao Front  de combate, onde corre risco constante de vida.

Cabe então a ela ser forte e aguentar a saudade ( sentimento esse, que nos envolve durante todo o livro. A vocês que lerem, irão ver que é de arrepiar a magnitude da força que o amor pode alcançar), e o que resta de lembrança sãos suas memórias e um quadro que ele pintou dela mesma. Além disso, outros problemas como escassez de comida e a presença do inimigo : os alemães, fomentam mais tensão ao enredo.

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Em outro momento, o livro acelera e nos leva ao presente, com a história de Olivia H. Uma jovem moça que ainda não conseguiu lidar completamente com a dor da perder de seu marido. Um casamento marcado por uma fatalidade a bloqueia de sentir qualquer coisa; se isola em sua casa de vidro com teto retrátil ( ULÁLÁ) ..até o momento em que sua vida vira de pernas por ar! Ela está sendo processada por ter adquirido um quadro roubado, e precisa devolver aos verdadeiros donos. AÍ QUE FICA QUENTE! O livro aborda um dilema de mão dupla sobre as visões por trás de quem possui o bem, e aqueles que “por direito” deveriam possui-lo.

Óbvio que me conterei em não revelar o desfecho da trama. Relax baby! O que posso dizer é que durante o desenrolar da ação judicial, muitas verdades irão surgir, e são reveladas como um estouro! Quando você menos esperar, ou já entregar os pontos, a história te revira toda, e lhe alimenta com esperança. Talvez, tenha sido isso que me encantou, e que me fizera perder o fôlego de tanto chorar.

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As duas protagonistas do livro nos inspiram a defender nossos princípios e vontades mesmo quando não temos apoio de ninguém,  e pelo contrário, ouvimos críticas e negações em cima delas; ensinam que cair é normal, mas levantar é o passo seguinte, porque conseguimos levar o barco; ensinam a ter coragem e determinação em lutar pelos sonhos e por fim, arriscar todas as fichas naqueles que amamos. Espero que se tiverem a oportunidade, leiam essa história e busquem absorver os ensinamentos que ela oferece, são muitos.

Beijos floridos,

Karen Letícia.

MEU MATERIAL ESCOLAR 2017

HEY galerous!

Se tem uma coisa que eu gosto é comprar material escolar! Mas talvez, até mais que isso, seja assistir vídeo ou ler posts sobre isso haha Confesso que já assisti todos os vídeos desse youtube de meninas mostrando mochila, cadernos, DIYs e tantos outros itens escolares que irão usar neste ano. Então postei no stories do Instagram ( aproveita e me segue lá) se vocês gostariam de ver meu material tbm, e recebi um feedback maravilhoso! uhu

O que significa duas coisas : a primeira é que vocês são tão viciadas quanto eu sobre esse assunto! hahaha E a segunda é que o post de hoje será destinado a compartilhar com vocês o meu material! Ahh…e de quebra, um “faça você mesmo” super bacana para personalizar as capas dos cadernos, então bora lá?

O estojo vai ser o mesmo do ano passado, porque sim, sou dessas que reutilizam as coisas! #quemnever Acho muito linda a estampa, estilo tribal que nesse verão vem com tudo. Os pompons no zíper dão movimento e mais fofura ao item! Um ponto positivo é que ele é bem espaçoso, o que ajuda na hora de levar os  demais materiais.

Um item fofurinha deste ano é com certeza minha agenda/bullet journal! Ela é estilo moleskine, e era exatamente o que eu estava procurando. As folhas são amarelas e com linhas, ou seja, bem retrô. A capa é de tecido com essa estampa floral super meiga. Vou usá-la tanto para controle de atividades e trabalhos, como também como um bullet journal, onde irei listar os compromissos e afins da semana.

Meus itens de papelaria que vão dentro do estojo, todos dispostos a vista. Podem ver que fui bem colorida em minhas escolhas, o que trouxe uma carga de alegria aos materiais! uhu Bem…post-it não pode faltar e nem os marca texto coloridos, sou apaixonada. Canetinhas coloridas também não, porque quem me conhece sabe que gosto de deixar as anotações arrumadinhas e cheias de cor!

Por fim, trouxe para vocês um dica bem legal de personalização de cadernos! Todo ano eu invento algum jeito de decorar as capas. Ano passado, desenhei em todas com canetinha permanente preta. Em 2017, quis fazer algo diferente, e o resultado ficou assim : capas lindas e exclusivas! ahhhhh muito amor envolvido!

Para o DIY, você vai recorrer as imagens e ilustrações do Pinterest  porque são muito lindas, e a grande maioria delas são em alta resolução. Escolhi as minhas preferidas, e levei a uma gráfica aqui da minha cidade, na qual a impressão foi em folha adesiva, e custou R$ 3,50 cada. A aplicação na capa é bem fácil.


Espero de coração que tenham gostado do post! Que o nosso ano letivo seja recheado de coisas boas e que saibamos usar do nosso material com zelo tá? hahaha Aproveitem as dicas e inspirações da melhor maneira possível. Boas aulas!

Beijos floridos,

Karen Letícia.

Amplificador de Panda

HEY galerous!

Estou devendo a vocês já tem um tempão uma “resenha” sobre um produto que comprei em uma das minhas viagens. Lembram do amplificador de panda? HUMMM não é um amplificador de som qualquer…é um padinha que toca música! hahaha Por já tê-lo há muio tempo, não me recordo o valor exato, mas comprei nas lojas Renner.

Além de ser um item muito fofo de decoração ( uso muito ele para esse fim ), pequeno e muito compacto, cumpre muito bem a sua função! O que é uma maravilha porque não foi uma compra em vão.

Pelo contrário, achei que o som realmente fica mais alto e garante um bom aproveitamento da música no ambiente. Este aparelho funciona a bateria de carregador, o que um fato incrível porque é muito chato e carinho ficar comprando pilhas neh?

Ele vem com um cabo com encaixe para computador, celular ou qualquer outro dispositivo que compacte com o plug dele. Adoro isso porque conecto ao meu notebook e sintonizo no spotify e faço minha boate particular sabe? Bem night vibes!

Espero que tenham gostado do post, e até o próximo! Por falar nisso, deixem nos comentários sugestões de post, é sempre bom!

Beijos floridos,

Karen Letícia

 

 

Receita – Brownie de chocolate!

HEY galerous!

Recentemente descobri uma receitinha super bacana de sobremesa! Não tem nada melhor que um brownie quentinho com uma bola caprichada de sorvete não é mesmo?? Ahhh “dos deuses”!

Sempre que posto no instagram a foto deste prato, recebo no direct alguma pergunta de como faz, se é difícil, os ingredientes, etc! Ou seja, se meus galerous gostam, então, achei que seria bem legal voltar a trazer receitinhas para o blog, afinal, se vocês pedem, eu busco agradar e confesso que cozinhar essas delícias não é nenhum sacrifício viu? Bora lá!

INGREDIENTES

  • 150 g de chocolate meio amargo
  • 150 g de margarina ( ou manteiga )
  • 4 ovos ( inteiros )
  • 1 xíc de farinha de trigo
  • 1 + 1/2 de açúcar mascavo ( ou cristal )

MODO DE PREPARO:

Primeiro pré aquecemos nosso forno a mais ou menos 180 graus, e aí sim começamos a receita. Em uma batedeira ( sim, vamos usar batedeira porque se for tentar bater na mão, meu fi, sei não ein haha), colocamos o açúcar para bater com os ovos por uns 5 minutos. Enquanto bate, derreteremos o chocolate junto com a margarina no microondas, até termos uma mistura homogenia. Assim que desligar a batedeira, junte essa mistura ao chocolate e nesse mesmo recipiente acrescente a farinha e uma pitada de sal ( o sal ajuda a quebrar o doce ). Unte a forma com farinha e manteiga, e leve ao forno por aprox. 20 minutos.

O resultado é um bolinho super macio e molhadinho com uma leve casquinha  crocante no topo. Ahh, é válido avisar que dependendo do formato e tamanho de sua forma, o brownie ganha a espessura e jeitinho diferentes, okay? Por fim, se quiser, salpique por cima um pouco de açúcar de confeiteiro, o efeito fica lindo!

Espero que tenham gostado, e se sim, conta para os amigos! Não esquece de me seguir no instagram para acompanhar meu dia a dia e mais receitas gostosas por lá!

Look – Sem amarras pra sonhar!

Queridos leitores,


Ano passado eu tive a chance de vivenciar várias emoções e experiências super incríveis! As quais, nem todas compartilhei nas mídias, afinal os momentos também servem para se guardar a sete chaves!

Mas voltando ao post, uma delas quem me acompanha no instagram acabou vendo : meu ensaio fotográfico! Sim, sim! haha Por uma tarde eu me senti uma modelo em frente as lentes do queridíssimo Emersson Santana! E hoje, resolvi mostrar um pouco do ensaio para vocês, bora lá?

Já acompanhava o trabalho dele há um tempão, e quando surgiu a oportunidade de um projeto juntos foi maravilhoso! Eu, como vocês sabem, adoro tirar fotos e tudo mais,  então foi super interessante unir tudo isso em um shoot super fun!

Vocês irão ver nas fotos, que a vibe escolhida foi bem descontraída e sem amarras! Pude ser eu mesma o tempo todo e o resultado ficou muito lindo! Nesse sentido, procurei montar um look que transmitisse essa energia despojada, sabe? Acabou que misturei tendências super bacanas, então o post de look caiu super bem agora!

Como eu ia dizendo, como base de tudo apostei no básico duo de camiseta com short jeans. As listras realçam a sobreposição feita com a jaqueta jeans clara. O que traz a diversão mesmo são as aplicações, os “patches” super fofos na peça. Ahh e um destaque aqui, porque essa bolsa preta é meu amorzim da vida tá? haha Deu todo charme a composição.

  • Blusa listradaC&A
  • Jaqueta com patchesLuigi Betolli 
  • Bolsa preta floralRenner 
  • ShortIndigo 
  • Tênis brancoArezzo 

A make foi suave, afinal, prezamos pela naturalidade sempre! Uma boa preparação de pele com os produtinhos que vocês já conhecem e um esfumadinho nos olhos.  A listinha do que usei :

Espero que tenham gostado das inspirações e dicas! Caso se interesse em também ser fotografada pelo Emersson, vou deixar os links de contato dele no final do post!

Beijos floridos,

Karen Letícia.

CONTATO DO FOTÓGRAFO AQUI