Que tal ser diferente? Singularidade.

HEY galerous!

Estive pensando esses dias sobre o que iria escrever por aqui, e resolvi que hoje teríamos um papo de amigo. Sabe aquela troca de experiências entre você e seus parças que te renova por completo? Faz com que percebamos o quanto “normais” nós somos. Normal no sentido de que passamos pelas mesmas coisas ( grande parte delas) e muitas vezes, reagimos de maneiras distintas, piores ou melhores a elas.

Nesse sentido, ouvir e falar sobre, é uma boa maneira de aliviar nossa mente e seguir em frente com nossas vidas, sem ficar remoendo besteirol desnecessário! Up vibes, entende?

 Estamos constantemente preocupados com a opinião dos outros sobre nós mesmos. Por que será que isso importa tanto? A grande verdade é: não importa nenhum pouquinho de nada! Seria muito mais fácil ( e feliz viu) viver sem esse peso dos olhos da sociedade sobre nós. Poder nos vestir, sorrir e se alegrar  sem sermos julgados pelas pessoas…ahhhhhh seria bonzão!

A grande sacada disso tudo é que se ligarmos o botão “i don´t care” de vez em quando, teríamos essa sensação de liberdade aflorada. Afinal, sempre dá pra desencanar um pouco dos padrões, só precisamos nos lembrar disso. Até porque, essas regrinhas são meras construções sociais que estão a mercê de alterações o tempo todo!

Assim como Durkheim pensava, o fato social é externo a nós, e não depende da minha ou da sua vontade, mas sim, de uma minoria que nem sempre ( quase nunca ) nos representa por completo.

Por essa razão,não tem lógica alguma se apegar aos esteriótipos e inibir nossos sorrisos e expressões baseados em conceitos prontos e incertos, pois como vimos, ora dizem uma coisa, outrora ditam outra. Não vale a pena nos sentimos pressionados a segui-los a todo custo. Pare! Digo, pare! Vamos simplesmente esquecer que eles existem e sermos nós mesmos.

Proponho este desafio, farei aqui, e você aí. Seremos pessoas alternativas, que buscam a felicidade em cada cantinho desse mundo, e que não ligam se fulano A ou B torceu o nariz ou fez cara feia para nós, porque se o nosso livre arbítrio não está afetando a liberdade alheia veja mais então segue em frente e vamos ser diferentes! Porque ser diferente, é o que nos torna singular.

Beijos floridos,

Karen Letícia.

 

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