Comportamento

goles de imortalidade diária

o cinema assim como a arte, de alguma forma, nos conduziu a pensar um mundo onde a imortalidade existisse e nos fosse acessível. Como sabemos – até o atual momento – somete os vampiros a possuem. vamos lidando. Bem, hoje assistindo ao filme “Vivendo na Eternidade” fui compelida a indagar algumas convicções e talvez, optar por outras. Afinal, se a fonte da juventude de fato fosse real e , nesse caso, você pudesse nela mergulhar, o faria?

O filme , assim como em “A Incrível História de Adelaine”, traz para nós os dois lados da moeda da vida imortal. é interessante pensar além dos benefícios – muitas vezes, relacionados ao aspecto físico ou medo da morte. Ter uma visão mais holística do panorama existencial, nos demonstra que, realmente, nem tudo que parece ser bom, de fato é, e sim, isso se aplica a imortalidade.

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Winnie Foster vive presa ao conservadorismo dos pais e de uma sociedade antiga e tradicional. Infelizmente, a realidade de Winnie se assemelha a de todo nós. Independente do contexto, vivemos sob paradigmas norteadores de nossos sonhos e vontades. Certa vez, perdida no bosque, ela se depara com um jovem rapaz, Jessie Tuck. Sem saber, ela acaba se envolvendo com a família Tuck, cujo o tempo, para eles, não passa naturalmente.

O enredo me motivou a vir aqui, pois a mensagem que fica, na minha visão obviamente, é a de que a imortalidade torna-se uma escolha para a inocente Winnie que se apaixona por Jessie e pela chance de viver na eternidade com esse grande amor… pego-me no dilema, o que eu teria escolhido? Não direi o que ela decide, mas de qualquer maneira, fez-me refletir.

Optar por ser imortal talvez seja o caminho mais fácil. Evitaria a morte certeira e os charmes da juventude permaneceriam. Dores não seriam evitadas e a solidão seria eminente. Todos se vão, você ficaria.

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“Não tema a morte, tema uma vida não vivida”. A roda da vida, como sabemos, tem seu início e fim. Viver é a travessia que liga os dois pontos. Para alguns, o ponto final tarda a aparecer, mas sempre vem. O conhecimento do fim, nos motiva a viver o presente e assim, valorizar o instante se torna fundamental. Não deseje possuir o “para sempre”, quando, na verdade, a finitude dos acontecimentos que incrementa cada dia já não é vista por você. Seria a eternidade de mesmices sem fim. Torturante! Foca em viver o agora… porque aí sim é a parte difícil, afinal, nos damos conta de não são quantos dias teremos, mas sim, como foi que os aproveitamos.

Que tal dar uma chance para o seu hoje? Pense e depois me fala. Gostaria de conhecer o seu ponto de vista. Sem julgamentos.

Sou a Karen Letícia e, sim, Coral não tem ligação com meu nome! Desde 2013 tenho este blog para dividir meus pensamentos com vocês e tentar mostrar que a vida é um universo de possibilidades.

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