• Comportamento

    Escapando da prisão dos medos.

    Hoje sento aqui, em frente ao meu computador, para falar sobre um assunto que, especialmente, essa semana me tirou do eixo do equilíbrio…aquele controle psicológico que já conversamos em outro texto, lembra? Tão importante para nossa saúde e que, por causa de tantas inseguranças, pessoas nocivas e problemas externos, o perdemos num piscar dos olhos. Precisa vir e conversar com vocês, porque da mesma forma que fiquei confusa, muita gente pode estar passando por isso e quem sabe, podemos nos ajudar.

    Muitas vezes na vida, somos postos em ambientes e situações que, nem sempre, nos são confortáveis ou seguros. Nosso “chão” metafórico é muito frágil e qualquer novo desafio, que abale nossa zona de conforto, causa certo medo. Eu sei, passo por isso sempre. Mas assim, vejo que em grande parte, tenho muita responsabilidade sobre o problema, já que várias vezes eu apenas reclamo sobre ele e, já adianto, isso não ajuda em nada.

    A insegurança ou receio de não dar conta, não ser o suficiente ou até mesmo de não conseguir se adaptar a novidade, é um lance que precisa ser diariamente trabalhado em nosso interior. Sim, vão haver obrigações, pessoas, sistemas e habilidades…nas quais, iremos travar e talvez, não conseguir fazer. De primeira. De segunda, a vai, até de terceira e quarta vezes. Insista.

    A grande sacada é não entregar os pontos. Lembrar o quanto você é único e possui habilidades, gostos, atividades, gingados…atributos singulares que o torna alguém fora da matrix. Uma nova rotina ou novas exigências – do trabalho, da vida, da faculdade, do vestibular- assusta. Paralisa. Incomoda. Afinal, sair da zona de conforto é incômodo. é desafiador. é, na maior parte do tempo, incerto. probabilístico. tentativa e erro e sim, é complicado acreditar que algum resultado positivo vai acontecer. Acontece que, de fato, as grandes pessoas ( que vocês admiram, se inspiram…) não pararam quando o novo bateu a suas portas. Não desistiram por medo de fracassar.

    Nessa semana, descobri que duvidar de si mesmo é a pior coisa que podemos fazer. Você consigo mesmo é a melhor equipe, não se sabote. Não seja tão duro com você, porque a vida já vai ser e, bem, sabendo disso, se proteja dos outros e das suas neuras internas. Elas nos machucam e não nos projetam para lugar nenhum, pelo contrário, servem apenas para legitimar nossos medos e nos estagnar no mesmo ponto da infelicidade e comodismo.

    Não desejo uma vida pautada em medos e planos de fundo cinzentos para você ou para mim. Quero que nossos receios nos motive a crescer, aprender, inovar…sair da caixinha!! Que nossa zona de conforto seja abalada constantemente e que aos poucos, nos acostumemos com os tremores pois eles já não nos assustarão, mas sim, servirão de estímulo para vivermos aquilo que nos traga alegria, amor e frios na barriga de primeiras vezes. Porque viver é um universo de possibilidades e, nenhuma prisão é capaz de conter nossos sonhos.

  • Comportamento

    Amar é um pouco complicado #2 – Ele é só um cara!

    Queridos leitores,

    Resolvi repeti a dose, e novamente falar sobre o amor e suas complexidades, só que dessa vez, mais voltado para as meninas, porque não tenho uma mente masculina para me basear para desdenhar sobre esse tema, ok? Espero que entendam, e caso gostem, deem like ou deixe seu comentário no final do post, ficarei muito grata!

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     O que esperamos de um novo amor : a perfeição ou apenas paixão? Leia mais, e escolha sua opção.

     

    Encontrar o grande amor da nossa vida ~se é que de fato ele exista~ é um dos dilemas mais antigos que os jovens amantes se veem reféns. Uma  prova disso, são os poemas clássicos com suas tragédias amorosas, como o Romeu e Julieta de Willian Shakespeare .

    Refletir com quem nos envolvemos, e observar se eles realmente são os rapazes certos para nós é uma questão delicada, e um tanto filosófica. Até porque : o que é ser a pessoa certa? O que é encontrar sua “metade da laranja”?  Perguntas as quais ficam no eco… pois são inexplicáveis. E se formos pensar bem, não haveria mesmo respostas.

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    O adjetivo “certo” trás consigo uma carga de perfeição, e como sabemos, nada é um conto de fadas, então os sapos que encontramos pelo caminho, não viram príncipes com um beijo. A grande questão que hoje exponho a vocês é que eles não precisam mesmo virar. Parece difícil, e de fato é, mas temos que tentar aceitá-los do que jeito que são, porque nós mesmas não somos perfeitas, e dessa forma, não podemos esperar que os outros sejam.

    Essa cara que invade nossos sonhos  não precisa ser tão “idealizado”. Às vezes,  projetamos algo fora do nosso alcance, devido assemelharmos eles a príncipes que sempre sabem o que dizer e como agir. E a medida que sonhamos mais, tornamos a nossa felicidade ~que não necessariamente está ligada a estar com alguém, saiba dar boas risadas na companhia de si mesma~ inalcançável.2016-01-26 08.47.45 1

    Como isso só nos frustra, o conselho que lhes dou é : desencana garota, esquece esses esteriótipos de filme americano! O “Troy” do High School não passou na impressora duas vezes, então esquece a possibilidade de esbarrar com ele na rua,tá? Depois, lembra que trata-se de pessoas de carne e osso, e não marionetes as quais podemos  moldar ao nosso bel prazer. E ainda digo mais, o grande amor da sua vida, antes de ser “o grande amor da sua vida”, é uma pessoa normal.

    Isso implica dizer, com  defeitos e frescuras, medos e fraquezas. Além de claro, qualidades e experiências, costumes e valores.Os quais te fizeram se encantar por ele, e admirá-lo como pessoa, para depois, como algo a mais. Uma característica, uma habilidade, um gesto, uma expressão. Detalhes. 

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    É aí que você se dá conta que o que te une a ele são detalhes, e que fantasias não seriam suficiente para preencher o espaço que ele ocupa em seu coração. Por isso : criemos menos expectativas, deixe a vida te surpreender; não espere demais, corra atrás do que almeja; pare de apontar tanto os defeitos dos outros, enxergue os seus primeiro; e por fim, não tenha pressa, porque sempre há tempo para amar, e talvez, esse não seja o seu “pra sempre”,porque pra sempre é muito tempo, e ele é só um cara. 

    Beijos floridos,

    Karen Letícia