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    Resenha – De volta aos sonhos da Bruna Vieira

    Queridas flores rosadas,

    Não sei vocês, mas eu sou muito fã da Bruna Vieira….”eu sei, eu sei, vocês já sabem haha”. Desejo todos os livros dela, mas estou me focando apenas na sua série sobre “meu primeiro blog” ~ já comentei aqui no blog que não gosto muito de livros em série ~ mas essa me prendeu de vez! Acho que não gostava porque não havia encontrado até hoje uma com a qual eu me identifiquei com o enredo.

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    clogo (8)

    • Título : De Volta aos Sonhos.
    • Autor :  Bruna Vieira.
    • Editora : Gutenberg.
    • Preço Aproximado : Uns R$ 20,00 a R$ 30,00.
    • Número de Páginas : 205.

    Resenhando…

     A Bruna aborda  muito intrigantes e bem reais, ou seja, muitos deles eu já enfrentei e outros talvez irei passar um dia. Esse livro me trouxe novas perspectivas de ver o mundo, e  que antes, eu nem cogitava pensar. Dessa forma, aprendo enquanto leio as maluquices da Anita (e vou te contar, não são poucas! haha) .

     O “de volta aos quinze”, o primeiro exemplar da série, foi muito bom. E eu não poderia esperar nada além de uma continuação perfeita!

    A história tem um magnetismo que me prendeu do início ao fim! Pois a linguagem não é cansativa, pelo contrário, é bem gostosa de se ler; a construção dos personagens é sensacional, além do contexto de “voltar ao passado como mágica” ser incrivelmente surreal!

    Se bem, que nesse segundo livro, a questão das “voltas ao tempo” são questionadas, é tudo uma brincadeira ou de fato é algo mágico? Outra coisa bem bacana foi o surgimento do triângulo amoroso entre Anita, Henrique (agora com um nome artístico Rick) e o Joel. Vou confessar que meu coração ficou dividido entre os dois, como o da própria Anita. Mas como ela terá que ficar só com um…estou torcendo que seja #Anita&Henrique ❤️ haha

    A grande questão que ronda a vida da protagonista e dos personagens a sua volta é a seguinte :

    seguir seus sonhos e abdicar do grande amor da sua vidaou amar e abdicar dos sonhos”.

    O que não é nada fácil de optar. Pois na verdade não deveríamos ter que escolher entre um ou o outro. Não precisa haver o “ou”, podemos ter ambos, ou pelo menos, deveríamos ter.